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tNuno Mata Uma vez por mês |
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-Publicado em: 03-12-2010 | |
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Muito se tem falado, nestes últimos dias, da obra que corre em plena Rua Principal, com opiniões, comentários e boatos para todos os gostos... portanto, lá vai mais um comentário. Reconheço, da parte deste executivo da Freguesia, a apetência para o ajardinamento de espaços públicos em Coja e não só. Muito se tem feito para que a vila tenha outro aspecto e isso é positivo, embora ao aumento das áreas ajardinadas tenha de corresponder o aumento de serviço de conservação e cuidados, leia-se, pessoal, que provavelmente é um dos problemas da actual Junta. Mas, com mais ou menos gente, a coisas lá tem andado. Espera-se que o usufruto desses espaços seja o esperado! Chegou, agora, a vez da Rua Principal mudar (mais uma vez). Confesso-me adepto de áreas pedonais. Confesso que não discordo que a nossa Praça seja, por excelência, o local para encontro, para estadia, para conversas e que o trânsito automóvel impede a cada passo... Porém (e nas terras pequenas pior), tirar os carros definitivamente dali era coisa complicada, porque as alternativas não existem ou são tão reles que nem vale a pena falar delas! Sempre se retalia esta ideia com o estacionamento. Creio ser incompreensível que, a meia dúzia de metros da Praça existindo um lugar de estacionamento, se continue a clamar pela necessidade dos carros estarem ferrados nas portas dos estabelecimentos, alguns o dia inteiro... é que, até no Continente em Coimbra, com estacionamento próprio, eu ando mais a pé entre o carro e o hipermercado do que andaria se parasse o meu carro em Coja! Dito isto, tenho de fazer um reparo... Não me parece bem terem-se tapado os paralelos com aquela caminha de cimento. E, depois, assentar as lajes de pedra que, temo, partam a cada dia que passa... Mas, confie-se nos técnicos que dizem o contrário. O pior, no meu entender, é que a solução (ou opção) encontrada fica necessariamente cara, quando se a ideia é estreitar a Rua Principal para “aumentar” a Praça, bastaria alargar os passeios e pronto! Digo eu! Menos bonito, é certo, mas mais barato e rápido... e com a mesmíssima eficiência, que é o que se pretende e espera... Assim sendo, aguardo o final da obra e as consequências da mesma. Mas como não há mudanças se senões...
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