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Serra do Açôr |
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Mata da Margaraça |
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No século XIII, a mata era pertença do Bispado de Coimbra e dividia-se em quatro zonas com aproveitamentos diferentes: o terreno agrícola, a área de souto (da qual se retirava a produção de castanha), a área de talhadio (para a produção de madeira) e a zona de povoamentos mistos que é hoje «a parte da floresta mais natural». Reserva natural desde 1982 enquanto propriedade privada, foi em 1985 adquirida pelo Estado ficando sob a alçada do Instituto de Conservação da Natureza. A mata representa o coberto florestal que em tempos cobriu toda a serra, caracterizada pela predominância do castanheiro e do carvalho, e apresenta outras espécies como a aveleira, a cerejeira, a nogueira, a ginjeira, entre outras.
Da mata foi também extraída a madeira para muitos dos trabalhos em talha que
se realizaram na zona. |
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Fraga da Pena |
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A Fraga da Pena, em plena zona protegida da Mata da Margaraça, relíquia inestimável do manto florestal que em tempos idos, cobria as encostas xistosas do Açôr e serra confinantes, arvores de prestígio, do carvalho ao castanheiro, em contraste com o pinheiro de hoje. A Fraga da Pena é um recanto de xisto, água e urge que sugere a frescura humana. Da floresta, no trabalho da madeira, surgiu interessante indústria artesanal de cestos e colheres de pau. São apreciadas as colheres de pau dos Pardieiros, na Benfeita. |
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