Rancho Infantil e Juvenil de Coja

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Nascido a 2 de Fevereiro de 1981, o Rancho Infantil e Juvenil de Coja tem-se mantido ininterruptamente em actividade. O seu progresso é bem visível. A melhoria bem significativa da qualidade das letras e obviamente das músicas ao seu dispôr são fruto de exigente e apertada recolha efectuada nesta vila e região. Importa referir que o Rancho Infantil de Coja, nome com que desenvolveu desde então a sua acção pública, viria a alterar a sua denominação no ano de 1985 para Rancho Infantil e Juvenil de Coja, para em 11 de Junho de 1986 se constituir como colectividade oficial através de uma escritura celebrada na Secretaria Notarial de Arganil.

Mercê do esforço desenvolvido como Associação, em prol da juventude desta região, foi-lhe conferido o estatuto de utilidade pública, por despacho de 22.05.1990. Várias iniciativas de âmbito cultural e recreativo fazem já parte do seu valioso historial: - a amentação das almas, o serrar das velhas, as desfolhadas e o correr do entrudo são reconstituições de tradições que esta colectividade tem feito reviver com êxito nesta Vila. Possui todo o seu reportório gravado em três cassetes oficiais e conta com oito deslocações a Espanha. Participou em 1990, 1991 e 1992 na maior manifestação cultural "grande festa do folclore", que nos últimos anos se tem realizado no nosso País, e cuja acção se denomina por Piquenicão.

Realizou o seu 1º Festival Folclórico em 20 de Agosto de 1989, acção que denominou como Tarde Cultural. A principal forma de dançar é a roda, baseando-se nos ensinamentos das pessoas idosas da Vila e região que afirmam já os seus pais e avós assim dançavam. Segundo a sua opinião era a roda do milho nas eiras depois das descamisadas que se organizavam grandes bailes, por vezes ao som das famosas gaitas de beiço, no final dos trabalhos. Talvez seja essa uma das principais razões de ainda hoje se dançar de roda.
Possui este Rancho três qualidades distintas de Trajes antigos, todos eles recolhidos em Coja:
 · Traje de gente FIDALGA, usado em meados do séc. XIX
 · Traje de gente BURGUESA, usado no inicio do séc. XIX
 · Traje de gente do POVO, usado na metade do séc. XIX

É membro de pleno direito da Federação do Folclore Português. Está inscrito no INATEL e também no RNAJ.

Orgãos sociais

ASSEMBLEIA–GERAL
Presidente - António Fróis Carvalho;
Vice-presidente – José Gonçalves Trindade;
Secretário – Fernando Cerejeira Tavares.
DIRECÇÃO
Presidente – Paula Inês Moreira Dinis;
Vice-presidente – José Carlos Neves Quaresma Alves;
Secretária – Carla Cristina da Silva Barbosa de Brito;
Tesoureira – Sónia Cristina Fernandes Gaspar de Oliveira;
1º Vogal – Bruno José Tavares Gonçalves Trindade;
2º Vogal – João Paulo Neves Oliveira;
3º Vogal – José Nunes Gomes Gonçalves;
Suplente – José Almeida Trindade Castanheira.
CONSELHO FISCAL
Presidente - Carlos Alberto Alves Cerejeira;
Secretário – Carlos Miguel Oliveira Nobre;
Relator – Luís António Calinas Marques.

 

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