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O desenho do brasão, (e respectiva descrição temática) foram aprovados em Assembleia de Freguesia de 29 de Abril de 1994, e contou com a participação do nosso colaborador Nuno Mata, no que concerne à sua criação pictórica. Como símbolo, o brasão deverá ser conhecido e entendido por todos, para que todos possam explicá-lo a quem, porventura, questione o porquê dos seus elementos. Por isso, deixamos neste espaço, a razão de cada um dos desenhos inscritos.
A cor de fundo, o verde, representa as culturas cerealíferas dos campos da Ribeira da Mata e a influência da Serra na vila de Coja. As duas chaves passadas em aspa, com os palhetões para cima, atestam a fidelidade do castelão de Coja a D. Sancho II nas lutas que este travou com D. Afonso III (seu irmão) e que resultariam no arrasamento do Castelo.
O Pelourinho, apresentado a prata, atesta a importância
administrativa que Coja possuía enquanto concelho; monumento
manuelino, é um dos mais importantes da vila A ponte, para além de ex-libris da vila, lembra a sua função como meio de ligação entre Coja e outras regiões, para além de representar a sua importância na defesa da vila aquando das invasões francesas. Finalmente, as faixetas onduladas que aparecem debaixo da ponte, duas a prata e uma a azul representam a exploração aurífera do Rio Alva, um dos motivos que teria atraído a fixação das populações (faixetas a prata) e a importância dos dois cursos de água que banham a vila, o Alva e a Ribeira da Mata como outro motivo determinante na fixação desses povos primitivos (faixeta a azul).
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